sábado, 15 de outubro de 2011

Verdades da Profissão de Professor Mensagem

Verdades da Profissão de Professor

Paulo Freire

Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho. A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.

Aluna do cuuso de letras-IVETE

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Despedida da Pro Rosangela 11/10/2011

                                                                                                
                                                                                                    
 ROSANGELA
A VC O MEU MUITO OBRIGADO!!!
 ALUNA -IVETE                                                                                             
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ARTIGO CIENTÍFICO

Universidade do Estado da Bahia – UNEB
Departamento de Ciências humanas – DCHIII – Juazeiro/Casa Nova
CURSO/Semestre – LETRAS - 2011.3
Disciplina – Língua Portuguesa II
Professor – Roberto Remígio

AUTORAS: REIS, Antônia M. N. dos Santos
FERREIRA, Ivete Braga
SOUZA, Nadja Valéria Dias
                                                                         

A aula de gramática: um espaço de conflito


            A gramática é concebida como um manual com regras de bom uso da língua a serem seguidas por aqueles que querem se expressar adequadamente. A concepção mais comum não é a de descrição da língua, mas sim da prescrição de regras do falar bem, da correção no escrever.
            Para Márcia Mendonça a escola não tem de formar gramáticos ou linguistas descritivistas, e sim pessoas capazes de agir de modo autônomo, seguro e eficaz, tendo em vista os propósitos das múltiplas situações de interação em que estejam engajados.
            É fato que quem examina redações em concursos vestibulares e no mercado de trabalho realmente supõe que o redator seja capaz de conhecer as diversas linguagens, sabendo comunicar-se em diferentes situações conforme a exigência do contexto. Todavia, isso não acontece com alguém porque sabe todas as regras gramaticais, domina os usos linguísticos... Mas, com alguém que faz o uso abusivo dos mais variados tipos de leituras, esse indivíduo sim consequentemente tornar-se-á um ser reflexivo e consciente sobre vários fenômenos, inclusive gramaticais e textual-discursivo, ultrapassando assim os usos linguísticos, seja na leitura, produção ou reflexão.
            Segundo Bechara a linguística deu uma visão nova do fenômeno, mas que nem sempre oferece respostas às dúvidas no uso da língua escrita em sala de aula. No ensino da língua materna é necessário observar que a língua histórica (o português) não é homogênea nem unitária, mas desdobra-se em várias realidades. A escola e o professor não podem se fixar no dogmatismo de uma gramática intransigente (porque a língua é por natureza mutante) nem tampouco num populismo onde tudo se aceita. Portanto, deve haver uma integração das duas atividades em favor da educação linguística do alunado.
            Então, não deve acontecer a eliminação da gramática em sala de aula muito menos o uso exclusivo, entendemos apenas que para assegurar um uso eficiente da língua e por consequência da gramática, deve-se propiciar a reflexão sobre o funcionamento da linguagem começando pelos usos para se chegar aos resultados de sentido. A escola não pode criar no aluno à falsa ideia de que falar e ler ou escrever não têm nada haver com a gramática, ela tem obrigação de zelar pelo produto linguístico de seus alunos. Eles devem entender que têm que adequar registros e ter condições de mover-se nos diferentes padrões linguísticos, em conformidade com a situação. Falar e escrever bem é, sobretudo, ser bem sucedido na interação. Enfim, estudar a gramática não é um exercício inútil, mas refletir sobre o uso lingüístico, sobre o exercício da linguagem. Afinal, a gramática rege a produção de sentido.     

RESENHA CRÍTICA DO FILME AS PONTE DE MADISON PRO CLAUDETE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS – DCHIII
JUAZEIRO/CASA NOVA
CURSO/SEMESTRE: LICENCIATURA EM LETRAS – 2011.3
DISCIPLINA: TEORIA DA LITERATURA II
Prof.ª: CLAUDETE MARIA GALVÃO DE LIMA
ALUNA: IVETE BRAGA FERREIRA



Resenha


AS PONTES DE MADISON

Uma paixão que surge de um inesperado romance

As pontes de Madison é’ uma história muito real, filme adulto para pessoas adultas, que fala de um amor impossível, de maneira sincera. É uma linda história de amor, rica em detalhes, que emociona, mas principalmente faz as pessoas pensarem sobre suas vidas.
O filme tem na direção Clint Eastwood nos EUA, 1995, hoje um dos nomes mais importantes no cinema mundial. O brilho da história simples é realçado apenas pela profundíssima sensibilidade do diretor Clint, baseado no romance de Robert James Waller, pela música que se ouve ao fundo no rádio, sempre perfeita para cada momento, tendo ainda a interpretação marcante de Meryl Streep. Tem duração de uma1h35 minutos. O gênero é drama e romance.
O filme As pontes de Madison mostra como o amor de mãe e o respeito por um casamento leva a mulher a se sacrificar mesmo sofrendo pela vida inteira. Gostei também de ver como o amor verdadeiro é eterno e independente da presença da pessoa amada.
É uma história que muitas vezes se vive na vida real, mas que infelizmente quando conhecemos o amor verdadeiro já temos a nossa vida construída ao lado de outra pessoa e no medo, o preconceito são mais fortes para nos deixarem libertos dessas correntes que a sociedade nos impõe.

Plano de aula de 6º e 7º Pro ativ. p/ a pro Rosangela

Universidade do Estado da Bahia - UNEB
Departamento de Ciências Humanas - DCHIII - Juazeiro
PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÂO BÁSICA -  PLATAFORMA FREIRE
        CURSO/Semestre: LETRAS - 2011.1
               Disciplina: Fundamentos da Ação Pedagógica III
Professora: Rosangela da Costa Castro
 Aluna: Ivete Braga Ferreira


PLANO DE AULA


GÊNERO TEXTUAL


Conto “Não chore papai”.
Sérgio Faroco

COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM LEITURA


-Espera-se que o aluno:
§  Identifique por meio do estudo do foco narrativo, o ponto de vista do narrador.
§  Reconhecer os elementos da narrativa, especialmente o enredo e o clímax.
§   
COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM ANÀLISE LINGUÍSTICA


 -Reconhecer os substantivos e o papel dos seus determinantes como elementos de coesão e coerência do texto em estudo.

SITUAÇÃO DIDÁTICA

     
       -Leitura comentada de um poema, em seguida solicitar dos alunos e entendimento sobre o poema.
      - explanar os elementos estruturantes do gênero textual poema, através do texto para estudo em analise. Apresentação e resolução das atividades propostas.

                                                                   AVALIAÇÂO


    - Os alunos serão avaliados mediante a participação nas aulas, a realização de atividades individuais e em grupo.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Analise sobre A Ilha das Flores mostrando o icono, índice e o símbolo da disciplina semiótica pedido pela profª Antonise


Analise do documentário                

A documentária Ilha das flores começa mostrando uma plantação de tomates no qual, a partir disso faz uma trajetória das relações sociais desde o plantio do tomate até o seu processo de industrialização.
A obra Ilha das Flores é rica em informações reais, e o mesmo tempo, segue a trajetória fictícia de um tomate: plantado, colhido, vendido a um supermercado, comprado por uma dona -de –casa, rejeitado na hora de fazer um molho para o almoço, jogado no lixo, levado para a Ilha das Flores, rejeitado pelos porcos, e finalmente, encontrado por uma criança com fome.
É possível identificar várias imagens: os japoneses, a massa cefálica, a galinha, as bactérias e outras.
A partir dessas imagens, pode-se perceber que cada uma tem um significado. Por exemplo, a massa cefálica representa a inteligência do povo japonês que tudo transforma em produto de lucro.
As bactérias são os decompositores, que fazem os produtos ficarem ruins para consumo humano. Mas, contudo há quem aproveite esses produtos para sobreviverem: as crianças, as mulheres e os homens que retiram daquele lixão o seu sustento, pois os porcos fazem divisão desses alimentos com aquelas pessoas que tem o tempo limitado para a proveitarem a catação.
A desigualdade social e toda perversidade de um sistema são provocadas justamente por seres humanos que procuram viver em e suas casas de forma egocêntrica e egoísta, fingindo não ver a realidade do homem, esquecendo-se da solidariedade e afeto entre seus semelhantes. Daí a afirmação no inicio do curto da não-existencia de Deus. Infelizmente, explorar a miséria humana faz parte desse sistema, faz parte do “progresso natural da sociedade”.
Isso “acontece por que alguns de nós somos egoístas, não sabemos dividir o que temos, se soubéssemos, hoje as pessoas da “ Ilha das Flores” e todo resto das pessoas que depende do lixo, não estariam nessa situação humilhante.
Trata-se de uma dura real situação vivida por muitos brasileiros e pessoas em vários lugares do mundo.

ALUNA- do Curso de Letras  Ivete Braga

domingo, 9 de outubro de 2011

FULVIO professor de Ingles

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Te admiro muito!!! Ter o privilegio de estudar com vc é uma grande satisfação. (IVETE) .